Albufeira















No lugar de Porto Covo...










Stephen King

Tal como o nome indica, o Rei do terror. Proponho aos amantes do tema, O Retrato de Rose Madder. Uma mulher, como tantas outras, vítima de violência doméstica. Contudo, Rose um dia tem a coragem de fugir. Não adiantaria fazer queixa do marido, detective de profissão, quem acreditaria nela? A única saída seria desaparecer.

Inicia uma nova vida numa casa de acolhimento para mulheres maltratadas e a determinada altura, numa loja de penhores vê um quadro pelo qual se apaixona de imediato. No mesmo momento, conhece Bill, com quem virá a relacionar-se.

Mas, como em qualquer boa história de terror, quando tudo parece correr bem algo inesperado acontece. O ex marido de Rose encontra-a e os medos, os horrores e o pânico instalam-se de novo em sua vida. O homem é louco, psicopata e vai deixando um rasto de mortes no caminho que percorre até ela.

Quer conhecer o final? Salvar-se-á Rose? Ainda que queira aguçar a sua curiosidade, deixo-lhe a indicação de que o quadro que Rose comprou naquela loja de penhores será a sua maior ajuda.

Uma história que nos transporta ao universo dos desejos mais intímos, pese embora aquilo que se deseja possa transformar-se numa realidade verdadeiramente assustadora.

A Fúria das Vinhas







O romance que inspirou a série televisiva A Ferreirinha e que recupera factos da História, associando-lhes a ficção; a procura de um serial killer e a luta pela verdade contra crendices, superstições e medos.



-Que vai ser desta gente, Francisco? Parece que Deus nos voltou as costas ou nos quer castigar pelos pecados dos outros.
Francisco Silva Torres sorriu, condescendente.
- A filoxera não é uma praga vinda dos céus.
-Então veio das profundezas do Inferno! (...)

Há anos que vivemos nesta loucura. Morrem as vinhas, morrem as cepas, morrem os bacelos, morre gente esfomeada por todo esta vale abaixo e, como se não bastasse tanto luto, tragédia tão grande, chegam estas trovoadas para destruir as uvas que restam. Raios!


As roupas que a infeliz rapariga trazia não condiziam com a conclusão de vadia retirada pelo regedor. A saia era de lã grossa azul e usava corpete com espartilho, sinal de que os pais não eram mendigos. (...) Chamaram-lhe a atenção os arranhões e golpes que mostrava no braço direito e, ao aproximar-se um pouco mais, percebeu que segurava um tufo de cabelos pretos na mãe esquerda. (...)Foi então que observou com maior cuidado a ferida que abria o abdómen. Fora da barriga estava um bom pedaço de intestino delgado.

Mickael Jackson


Músico, cantor, compositor, actor, puclicitário, escritor, produtor, director, dançarino, instrumentista e empresário. Morreu aos 50 anos de idade, com 45 de carreira. Independentemente das polémicas em que se envolveu, foi e será para sempre, o percursor da música pop, inovador no estilo de ser, estar, dançar e comunicar ao mundo os seus erros e as consequências dos mesmos.

Tantas músicas que ainda hoje são ouvidas e que bons tempos nos fazem recordar. Letras intervencionistas, músicas revolucionárias, ritmos e instrumentos misturados... será para sempre recordado.


Tenha finalmente paz!


EARTH SONG (seleccione para ver o vídeo)


What about sunrise

What about rain

What about all the thingsThat you said we were to gain...

What about killing fields

Is there a time

What about all the thingsThat you said was yours and mine...

Did you ever stop to notice

All the blood we've shed before

Did you ever stop to notice

The crying Earth the weeping shores?


What have we done to the world?

Look what we've done.

What about all the peace,That you pledge your only son?

What about flowering fields?Is there a time?

What about all the dreams,That you said was yours and mine?

Did you ever stop to notice,

All the children dead from war?

Did you ever stop to notice,

The crying Earth the weeping shores?



I used to dream

I used to glance beyond the stars

Now I don't know where we are

Although I know we've drifted far


Hey, what about yesterday

What about the seas

The heavens are falling down

I can't even breathe

What about the bleeding Earth

Can't we feel its wounds
What about nature's worth

It's our planet's womb


What about animals

We've turned kingdoms to dust

What about elephants

Have we lost their trust?

What about crying whales

We're ravaging the seas

What about forest trails

Burnt despite our pleas


What about the holy land

Torn apart by creed

What about the common man

Can't we set him free

What about children dying

Can't you hear them cry

Where did we go wrong

Someone tell me why


What about babies

What about the days

What about all their joy

What about the man

What about the crying man

What about Abraham

What about death again

Do we give a damn?

Anatomia do Medo


Para todos quantos gostam do C.S.I., Mentes Criminosas, Sem Rasto e afins, aqui está uma leitura que não podem perder.

Uma investigação criminal de uma série de assassínios perpetrados por um serial killer psicopata, cuja marca distintiva é um desenho que deixa sempre junto à vitima, no qual descreve o próprio assassinato. A polícia de Nova Iorque convoca, então, um seu desenhador muito dotado e intuitivo, para «entrar» na mente doentia do assassino. Mas nunca se subestimem as mentes maquiavélicas, pois o investigador pode passar a ser investigado.

Um duelo mental, artítistico e inteligente entre dois homens, a luta eterna entre o bem e o mal, quem sairá vencedor?

O bilhete premiado da vida



«Vai buscar o meu casaco», segredou ela com uma voz fraca. «Na algibeira está um envelope. Não o abras. Leva-o para o parque. Lembra-te dos rumores.»


Uma história que é um pouco a de todos nós. Como nos passa a felicidade mesmo à frente dos olhos e nem reparamos.

E se um bilhete lhe desse a possibilidade de visualizar o passado, conhecer-se melhor e à pessoa que ama, qual seria a sua atitude no presente e para o futuro?

O prémio de um caminho reconhecido, visto numa perspectiva externa e a potencialidade de corrigir o futuro.

Os direitos das crianças


































Pela Alexandra!

Em breve será dia 1 de Junho! Crianças de todo o país terão um dia especial! Não será este dia tão injusto quanto o dia da mulher, ou o dia da mãe, ou o dia do pai? De que serve celebrar UM DIA e esquecer um ano inteiro.

Este é o caso da Alexandra, como tantos outros... A declaração dos direitos da criança prevê estas e outras situações, mas nós teimamos em achar que sabemos o que é melhor para elas. O seu SUPERIOR INTERESSE. E porque ninguém foi ouvido? Porque não se ouviu ALEXANDRA?

Está na net uma petição em www.peticao.com.pt/alexandra POR FAVOR, assinem e divulguem!!!

Há também uma petição internacional http://www.gopetition.com/online/28077.html e um blog http://xaninha.forums-free.com.

Em notícia hoje no jornal Expresso:
Moscovo, 29 Mai (Lusa) - A delegação russa da Unicef defendeu hoje que o caso da menina russa entregue pela justiça portuguesa à mãe não deve ser resolvido apenas entre a progenitora e a família que a acolheu, mas também com psicólogos e segurança social.
"A Unicef considera que este caso não deve ser resolvido apenas pela mãe biológica e o casal português, mas com a participação de psicólogos e técnicos da Segurança Social competentes. É necessário que eles investiguem, falem com a menina e aconselhem o que será melhor para ela", disse à Lusa Ana Kotchineva, porta-voz dessa agência das Nações Unidas na capital russa.
Afirmando não dispor de informação suficiente para tirar conclusões claras sobre o assunto, a responsável sublinhou que "a UNICEF defende sempre que os altos interesses da criança devem ser colocados acima de tudo".
"A UNICEF considera que é melhor para a criança que ela viva com a família biológica, mas neste e em casos semelhantes, se a segurança da criança correr risco, será melhor que viva numa família adoptiva", acrescentou ainda.
A presidente da organização Fundação Nacional de Defesa das Crianças da Violência, Marina Igorova, defendeu por seu lado que a menina não deveria ter saído de Portugal.
"A menina Alexandra não pode ser vista como um objecto, propriedade da mãe, que pode ser dado e devolvido", declarou à Lusa.
Marina Igorova, que está ao corrente deste caso através das informações dos jornais e imagens da televisão russa, defende que Alexandra "criou afectos, sentimentos que devem ser respeitados".
"Ela sofre porque estava ligada aos pais de acolhimento. Não se pode tratá-la como uma coisa que se pode entregar e devolver", acrescentou.
Segundo ela, "a decisão de entregar a menina à mãe biológica não teve em conta os interesses da criança".
A Lusa contactou também o Comité para as Questões da Família, Mulheres e Crianças da Duma Estatal (câmara baixa do Parlamento) da Rússia, mas este órgão ainda não se reuniu para analisar «o caso Alexandra).

Esta não pode ser uma questão irrevogável. Dê a sua opinião, participe, divulgue!

Dia Mundial da Energia


No dia 29 de Maio comemora-se o Dia Mundial da Energia. No dia-a-dia são muitos os exemplos de opções de consumo ou de comportamentos que se podem traduzir numa enorme poupança de energia em casa, reflectindo-se na redução de contas e numa melhor qualidade de vida.
Aqui ficam algumas dicas:
.substituir uma lâmpada incandescente de 100 W de potência por uma lâmpada fluorescente compacta equivalente (de alta eficiência);
.desligar os aparelhos no botão, em vez de desligar no comando pode levar a uma grande poupança;
.evitar abrir a porta do forno durante o cozinhado, pois este vai precisar de bastante energia para recuperar a temperatura a que estava anteriormente;
.retirar os alimentos do congelador atempadamente, de formas a estes terem tempo de descongelar, e não necessitar de recorrer ao micro-ondas, (muitos deles cozinham-se lindamente mesmo congelados);
.baixar o lume dos cozinhados após estes iniciarem a sua fervura, consome menos gás e mantém a temperatura de cozedura, (desligue o lume um pouco antes de terminar o cozinhado, pois o calor presente no tacho é suficiente para acabar de cozer os alimentos);
.sempre que possível, secar a roupa ao sol e ao vento, esta energia é gratuita;
.ligar as máquinas de lavar roupa e louça só quando estiverem cheias e utilize os programas de mais baixa temperatura;
.para economizar energia sob a forma de aquecimento, isole melhor a habitação, por exemplo, os telhados, janelas, portas e paredes, colocar vidros duplos;
.evitar a utilização de aquecedores com a resistência eléctrica à vista: o seu consumo é muito elevado e secam demasiado ao ar.
Tantas outras medidas simples poderão ser adoptadas. Se tiver mais dicas verdes não hesite, envie, partilhe, melhor a sua vida e a do planeta!

Dia Mundial da Criança

O primeiro Dia Mundial da Criança foi celebrado em 1950.
Logo após a 2.ª Guerra Mundial, em 1945, muitos países da Europa, do Médio Oriente e a China entraram em crise. As crianças viviam muito mal, sofrendo as consequências da falta de comida e alguns tinham perdido os próprios pais. Muitas crianças abandonavam a escola e iam trabalhar durante horas e com tarefas duras. Mais de metade não sabia ler nem escrever e, além da educação, a saúde também era uma área muito afectada.
Em 1946, um grupo de países da ONU (Organização das Nações Unidas) procurou soluções e nasceu a UNICEF. Em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres propôs às Nações Unidas que se criasse um dia dedicado às crianças de todo o mundo. Este dia foi comemorado pela primeira vez logo a 1 de Junho desse ano. Com a criação deste dia, os estados-membros das Nações Unidas, reconheceram às crianças, independentemente da raça, cor, sexo, religião e origem nacional ou social o direito a:
afecto, amor e compreensão;
alimentação adequada;
cuidados médicos;
educação gratuita;
protecção contra todas as formas de exploração;
crescer num clima de Paz e Fraternidade universais.
Só nove anos depois, em 1959 é que estes direitos das crianças passaram para o papel. A 20 de Novembro desse ano, várias dezenas de países que faziam parte da ONU aprovaram a Declaração dos Direitos da Criança. Quando a Declaração fez 30 (trinta) anos, em 1989, a ONU também aprovou a Convenção sobre os Direitos da Criança, que é um documento muito completo com um conjunto de leis para protecção dos mais pequenos. Esta declaração é tão importante que em 1990 se tornou lei internacional!

A vida num sopro


Portugal nos anos 30. Um regime instaurado, a vida vivida sob o olhar e as pressões da PVDE, um amor proibido e perseguido até à extinção dos amantes, a guerra civil de Espanha.

Luís e Amélia dos olhos de mel... O primeiro grande obstáculo que este amor conheceu foi a mãe de Amélia, as suas intenções anunciadas na atitude, algo grave estaria para acontecer. Até que um dia Amélia faltou ao encontro marcado e Luís não a voltaria a ver. Vive anos loucos, estuda veterinária e um dia conhece uma mulher que em tudo o faz lembrar a rapariga dos olhos doces. Este amor recriado vai uni-lo uma vez mais ao seu verdadeiro amor, o primeiro. A futura mulher de Luís é irmã de Amélia e terão de saber conviver, sufocando os seus sentimentos.

A tragédia era inevitável e um homicídio dita o destino fatal, uma vez mais Amélia e Luís terão de se separar.

Só mais tarde, quando por circunstâncias alheias Luís se vê detido por um policial da PVDE, se dá o reencontro. Promessas de amor eterno, o reconhecimento de um filho e... a inevitável conclusão. A infelicidade de Luís não estava relacionada com as suas escolhas no passado, mas com as escolhas que os outros haviam feito por ele e que, no presente, continuavam a fazer. O mal residia no país em que vivia e o fim não podia ser outro! Tinha de decidir por si, nem que fosse a última coisa a decidir na vida!

Um romance excelente, que representa magnificamente a sociedade portuguesa da época, as poucas perspectivas de futuro; onde podemos ver um reflexo, a preto e branco, da realidade que hoje vivemos. Uma escrita leve, que se dilui e que prende a leitura até ao final.

Vale a pena ler... num sopro!!!


O caçador de almas


E se o seu filho tivesse um acidente que o deixasse às portas da morte. E se um médico lhe dissesse que a única esperança seria uma operação até então nunca realizada em humanos. Em desespero de causa, com certeza não olharia para trás... afinal o que não fazemos por um filho?!

Mas as dúvidas iriam matá-lo aos poucos... e se os médicos não pensassem mais no seu filho senão como uma excelente oportunidade de alcançar a fama? Não seria melhor deixá-lo morrer dignamente, quem poderia garantir que não estava a sofrer? Você demonstra a sua intenção de parar, mas os médicos acham que ainda há esperança. Pese embora toda a maquinaria que o sustenta o seu filho deixa de respirar por si, é uma máquina, um mero computador que assume todas as suas funções vitais. Acabou.

Chora no funeral, recebe as condolências dos amigos, mas...

Eis que começa a receber no seu computador umas mensagens estranhas, o seu filho pede-lhe que o socorra. Ele está em todo o lado, num espaço imesurável, num sofrimento terrível. E quando julgou ter atingido a paz, inicia-se o inferno.

Um verdadeira viagem ao mundo dos mortos, a luta de um pai para recuperar a alma de um filho julgado perdido, um evoluir de experiências médicas que levam a um caminho nunca trilhado.

Não perca, esta é uma história fantasticamente emocionante, arrepiante, onde a medicina se extrapola para o mundo da psyche, onde somos convidados a acreditar num futuro em que homens e máquinas poderão ser um só... mas a que preço!